domingo, 26 de fevereiro de 2017

26 de Fevereiro !



Só possuímos na vida o que dela pudermos levar ao partir.

Por : Ler e Amar
a o que

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2017

quarta-feira, 8 de fevereiro de 2017

Éramos quem queríamos ser !

Ainda posso sentir a grama molhada sob os pés, quando corria livre fantasiado no jardim da casa dos meus pais. Minha mãe, no mês do carnaval, ficava na expectativa esperando a criação da próxima fantasia, que eu sempre fazia pra minha irmã. 


Inventava longos vestidos de papel e plastico que meu pai trazia de uma empresa local. Era tão genial e divertido, éramos quem queríamos ser, com toda inocência que a infância trazia.
E a nossa felicidade não era uma escolha, era um estado, uma consequência.

Jordan Prestes

terça-feira, 7 de fevereiro de 2017

Amiga !


A verdadeira amizade compreende a distância.

I.Gomes

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2017

Lembre-se



“Lembre-se de que se algum dia você precisar de ajuda, você encontrará uma mão no final do seu braço. À medida que você envelhecer, você descobrirá que tem duas mãos – uma para ajudar a si mesmo, e outra para ajudar aos outros.”

Audrey Hepburn

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2017

A cobra e o vaga-lume


Na floresta, todos os animais temiam a cobra. 
Quando ela passava, os bichos se esquivavam para não aborrecê-la.

                 Um certo dia apareceu por aquelas bandas, um vaga-lume que, alegremente, fazia a festa na floresta, com seu brilho. Os animais faziam questão de prestigiar as aparições noturnas do vaga-lume, pois, enquanto olhavam para ele, esqueciam as preocupações de sobrevivência do dia seguinte. Só a cobra não estava gostando daquilo.




                Cada dia que passava, ela ficava mais irritada com o sucesso que o vaga-lume fazia entre os bichos e, por isso, resolveu que iria comê-lo. 
Arquitetou vários planos para pegar o vaga-lume e nada dava certo.
                O vaga-lume por sua vez, não entendia porque a cobra vivia querendo devorá-lo, pois, pequeno do jeito que era, nem ao menos servia como aperitivo.

                Mas, num fatídico dia, o vaga-lume fica frente a frente com a cobra, sem condições de escapar.                     Desesperado, antes de morrer, resolve indagá-la: "-Dona cobra, eu não lhe fiz mal algum. Não sirvo para alimento, pois sou bastante pequeno. Por que a senhora quer me comer?" 


A cobra olha fixamente para o vaga-lume e diz: 
"-É que eu odeio ver você brilhar!".


Fonte: Histórias e Fábulas -
 Albigenor e Rose Militão