Ainda posso sentir a grama molhada sob os pés, quando corria livre fantasiado no jardim da casa dos meus pais. Minha mãe, no mês do carnaval, ficava na expectativa esperando a criação da próxima fantasia, que eu sempre fazia pra minha irmã.
Inventava longos vestidos de papel e plastico que meu pai trazia de uma empresa local. Era tão genial e divertido, éramos quem queríamos ser, com toda inocência que a infância trazia.
E a nossa felicidade não era uma escolha, era um estado, uma consequência.
Jordan Prestes

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