sábado, 14 de julho de 2012

A melodia de um mero elevador


Nele se passam pessoas, se sentem cheiros, aromas que entram e saem a todo instante, ali as horas são minutos e os encontros são segundos, em cada andar um novo destino, uma nova conversa, um novo conto, as confusões são inevitáveis, onde todos querem saber, quem é ele? De onde veio? O elevador ali está, sobe, desce, ritmo continuo, clichê desgastante, mas não é sempre o mesmo, assim como as pessoas, ele muda, se fecha e abre, em busca de novos horizontes, sabe de todos mas não sabe de si mesmo.

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