Correr,
horários,mil coisas a fazer, somos robozinhos importados,
fornecemos tudo ao tempo, que muitas vezes esquecemos quem somos, é
tudo tão artificial, que até o “ oi tudo bem?” já virou
clichês forçados do nosso cotidiano, pois a real identidade é muito mais sutil que a aparência.

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