Sem presa,
observo a noite, sinto a brisa que inala em mim, aqueles faróis
iluminam a avenida, dando uma única esperança a menina da esquina,
talvez enquanto, o homem de rua revira os cestos de lixo em busca
de um milagre, o executivo exibe sua nova nave, as diversidade
transbordam em copos de papel, e a noite não é mais uma criança.

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