Inspiração tola que não vem, madrugada inquieta, sono vazio. Queria fotografar essa cena, e revelar insônias mal contadas. Ando de trás para frente, o relógio também. A folha continua branca, sem linhas escritas, sem cor, neutra. Os livros me chamam, e me mostram páginas virgens. Sede de nada, cada gole uma lembrança inoportuna. Sou eu, sou seu, sou só, sou metamorfose poética, vagando em corredores, procurando a mim. Somente a mim.
jordan prestes

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